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Alfenas participa de Audiência Pública sobre serviços da COPASA em Caldas

por Ascom Última modificação em 19/12/2019 | 8h 46min |

Alfenas participou nesta terça-feira (17), de uma Audiência Pública sobre serviço de água e esgoto da Copasa (Companhia de Abastecimento de Água e Esgoto), na cidade de Caldas (MG). Estiveram presentes autoridades da cidade e região, representantes da Copasa, SAAE (Serviço Autônomo de Água e Esgoto), DMAE (Departamento Municipal de Esgoto) de Poços de Caldas, Associação Aliança Pedra Branca de Caldas, e representando o município de Alfenas a servidora Cristiane Marina dos Santos, que participou ativamente dos debates e das discussões.

Foram abordados os seguintes temas: Saneamento básico e fornecimento de água municipais: - avaliação dos serviços da Copasa e possíveis modelos alternativos, qualidade e relação de custo e benefício dos serviços prestados pela estatal, vantagens e desvantagens de outros modelos existentes de fornecimento deste serviço municipal.

Durante a audiência, a servidora expôs a realidade e as dificuldades que Alfenas vem enfrentando com o cumprimento de cláusulas contratuais pela COPASA, e que uma ação obriga a empresa terminar o tratamento de esgoto no município, uma vez que, já foi multada por não cumprir essas exigências, além disso, também questionou os serviços prestados pela estatal quanto à qualidade na prestação do serviço público, e alertou que, a estatal precisa prestar serviços eficientes e seguros ao Meio Ambiente. Na ocasião, a servidora agendou também uma visita ao Departamento Municipal de Esgoto de Poços de Caldas (DME), e finalizou dizendo: - o Município nunca teve medo de enfrentar a COPASA, e cobrar serviços, mas que a privatização de estatais mineiras, especialmente CEMIG e COPASA, também não resolvem nossas demandas, pois o atendimento e a prestação de serviços já estão sendo precarizados, e sabemos que a privatização tem sido prejudicial ao meio ambiente e às pessoas. “Água não é para gerar lucro, é para gerar vida! E, o esgoto precisa ser tratado adequadamente para não gerar doença!”, completou Cristiane.